Diretor do IGCE fala sobre as perdas para a ciência após incêndio do Museu Nacional

O incêndio de grandes proporções que destruiu o Museu Nacional do Rio de Janeiro, no dia 2/9 (domingo), expôs o descaso com a memória e a ciência no país. O prédio abrigava a primeira instituição científica brasileira e, entre as cerca de 20 milhões de peças do acervo, muitas ainda não tinham sido completamente estudadas. Ainda não há um balanço do que foi perdido, mas a sensação de impotência e revolta entre a comunidade científica é grande. Neste vídeo, nós ouvimos a opinião do geólogo Alexandre Perinotto, diretor do Instituto de Geociências e Ciências Exatas da Unesp, em Rio Claro.